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Mesmo com decisão da justiça contra movimento, professores mantêm greve em Minas

Divulgação | Sind-UTE/MG

A Justiça de Minas Gerais determinou o fim da greve dos professores nesta quinta-feira (10) após entendimento de “ilegalidade”. Conforme decisão do desembargador Raimundo Messias Junior, atendendo pedido da Advocacia Geral do Estado, o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (SindUTE-MG) não especificou quais são as reivindicações da paralisação realizada após dois anos de pandemia. Em caso de descumprimento, o sindicato deverá pagar multa diária de R$ 100 mil contados a partir da intimação.

“O sindicato não indicou corretamente a pauta de reivindicações e não esclareceu como será garantida a prestação dos serviços indispensáveis à população, tampouco o percentual mínimo de manutenção dos quadros nas unidades afetadas pela greve”, diz o texto.

Em nota, o Sind-UTE/MG esclarece que “a greve só foi deflagrada em função da omissão do governador no cumprimento da lei ou de qualquer apresentação de propostas à categoria. A iniciativa do governo revela ainda que o movimento está com forte adesão em todo o estado”.

E, também, “informa à categoria que recorrerá da decisão, solicitando, entre outras questões, que a legislação seja cumprida, o que inclui a determinação da audiência entre o governo do estado e o sindicato. E reitera a necessidade do fortalecimento do nosso movimento conforme decisão da assembleia estadual realizada pela categoria”.

Na Edição de hoje do programa É Notícia, a diretora da subsede de Ipatinga do Sind-UTE, Isaura Carvalho, destacou que o movimento continua e que a categoria na região está mobilizada.

Confira:

 

 

Mesmo com decisão da justiça contra movimento, professores mantêm greve em Minas
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