Foto: Pedro Souza/ Atlético

O presidente do Atlético, Sérgio Sette Câmara, afirmou à Itatiaia nesta segunda-feira, dia em que começam as obras da Arena MRV, que o estádio garantiria ao clube atualmente cerca de R$ 100 milhões anuais, se estivesse em operação.

Para chegar a esse número, ele usou como base a Arena Palmeiras. “Levando em consideração que o mercado paulista é maior, a gente pega mais ou menos a receita que o Palmeiras tem com o futebol e, fazendo uma conta conservadora, a gente traz essa receita para a metade e faz a mesma coisa com relação a shows. A gente chega à conclusão que o Atlético teria algo em torno de R$ 100 milhões por ano com essa arena. Muda ou não muda a história do clube?”, explicou.

“É um dia histórico, marcante, que todos os atleticanos vão guardar na memória e dizer aos seus filhos, aos seus netos. ‘Eu me lembro desse dia, quando as máquinas começaram a entrar nesse terreno e construir essa arena’. Hoje o atleticano acorda mais feliz e sonhando que muito em breve esse estádio virá e, sem dúvida alguma, ele será um dos grandes pilares que irá alavancar o clube como um todo e fazer com que o Atlético esteja sempre entre os maiores do Brasil, brigando por títulos”, projetou.

As máquinas iniciaram nesta segunda-feira a terraplanagem no terreno do futuro estádio do clube, em fase definida pelos responsáveis pela obra como “marco zero” da construção da Arena MRV.

O estádio terá capacidade para 46 mil torcedores e ficará no bairro Califórnia, na região Noroeste de Belo Horizonte. A previsão é de que as obras durem até 30 meses, o que permitira a inauguração no fim de 2022, caso não ocorram atrasos.

A partir do conceito de arena multiuso, o Atlético e os responsáveis pela obra esperam viabilizar a atração de shows e eventos ano estádio, que prevê 40 bares, 68 camarotes e 2.400 vagas de estacionamento, além de uma área verde de 26 mil m².

(Itatiaia BH)

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