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Policiais militares devem começar usar câmeras no uniforme e taser a partir de outubro em MG

O MPMG aprovou R$ 4,2 milhões para a compra dos aparelhos de filmagem. | Foto: Arquivo/Polícia Militar

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Polícia Militar (PM) se reuniram nessa quinta (5/5) na Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), para tratar da construção do projeto-piloto que definirá as formas e locais de uso das câmeras nas fardas e de  armas de impulso elétrico (taser). A previsão é que em outubro deste ano os equipamentos comecem a ser usados.

Em 2021, o Fundo Especial do Ministério Público de Minas Gerais (Funemp) aprovou R$ 4,2 milhões em recursos para a compra pela PM de centenas de câmeras corporais, bem como de número equivalente para a compra de pistolas de impulso elétrico (PEIEs).

“O uso das câmeras, em conjunto com os outros equipamentos, irá produzir maior segurança para o trabalho policial e trazer maior transparência para a ação. E o projeto-piloto nos dará condições de avaliar o funcionamento e de desenhar o melhor uso desses equipamentos”, afirmou o chefe do Estado-Maior, coronel Eduardo Felisberto Alves.

Segundo o coronel, a ideia é aplicar o projeto-piloto em todo o estado. “Precisamos testar o funcionamento desses equipamentos nas diversas realidades, tanto sociais e culturais, como de interação com a comunidade”.

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