(Foto: Agência Minas)

O Governo de Minas anunciou nesta quinta-feira (15) que regiões de Minas Gerais deixam a Onda Roxa — fase mais restritiva do programa Minas Consciente. Elas vão, agora, para a classificação vermelha, que não é impositiva. Ou seja, os municípios poderão seguir plano próprio de enfrentamento à pandemia e promoverem a reabertura de setores da economia.

“Obtivemos melhorias de indicadores, o que possibilitou as decisões técnicas por parte da Secretaria de Saúde. Mas é preciso lembrar que estamos longe de ter conforto. Ainda temos um sistema hospitalar sobrecarregado, os profissionais de saúde estão cansados e as vagas são poucas. Por isso precisamos tomar todos os cuidados para evitar a transmissão do vírus. Dobramos o número de leitos de UTI e de enfermaria em Minas Gerais, mas o aumento de casos nessa segunda onda exige toda cautela”, afirmou o governador Romeu Zema.
O secretário de estado de Saúde, Fábio Baccherreti, destaca que a incidência da doença em algumas macrorregiões segue alta, o que indica a necessidade de manutenção da Onda Roxa em parte do Estado. Em contrapartida, já é possível sentir o impacto das medidas mais duras de restrição em algumas regiões após mais de um mês da onda.
“Em algumas regiões qualquer variação no número de casos pressiona o sistema de saúde. Mas a progressão decidida pelo Comitê leva em consideração a chegada de medicamentos (sedativos do kit intubação), o que nos dá uma melhor perspectiva no atendimento. E pela primeira vez em um mês temos macrorregiões com leitos vagos, o que permitirá a movimentação de pacientes”, destaca o secretário.
(Itatiaia BH) 
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